Pular para o conteúdo principal

Trechos da entrevista aos membros da comunidade Pequeno Príncipe no orkut - II

Vi seu amor por Manaus, me deu até vontade de conhecer, ehehehehe...
Se a cidade sumisse do mapa, qual seria sua melhor lembrança dela???

Tenho problemas para classificar algo como melhor ou pior, mais ou menos, mas...
A Manaus da minha infância é muito diferente da de hoje. Criança, eu tomava banho no Tarumã. Hoje é uma área residencial, o igarapé tá poluído. A cachoeira das almas é outra lembrança boa. A própria Ponta Negra, que já foi o principal balneário daqui, hoje é poluída demais, embora ainda há quem tome banho. De certa, forma a minha Manaus já me escapa um pouco pelos dedos.

Mas com certeza ficariam o Teatro Amazonas, a Igreja São João Batista, o Palácio Rio Negro, a imagem do Porto de Manaus, da escadaria, o porto de São Raimundo, as pessoas embarcando e desembarcando. A Praça do Carangueijo, onde já namorei, fechei todos os bares com amigos, comemorei vitórias, derrotas, assisti jogos do Flamengo. O colégio IEA antes da reforma, onde estudei por 3 anos e fiz amizades incríveis, aprendi tanta coisa boa. A Igreja de Nossa Senhora Aparecida, onde ia para as novenas às terças quando pequeno, e a feirinha itinerante que ficava na frente às terças, onde sempre comia pastel com caldo de cana. A praça da Glória, onde já fiz tantas brincadeiras com meus amigos da igreja, como Escravos de Jó, aquelas de bater palma, ou apenas tocar violão, conversar e merendar. (O pessoal da comunidade Sagrado Coração de Jesus é bem criança, que nem eu. A gente brincava até de manja-pega [pega-pega]) A Igreja do Sagrado Coração de Jesus, no bairro Santo Antônio, onde me crismei e fiz amizades extraordinárias também.

Enfim, fica difícil escolher a melhor, né? rs Eu sou um colecionador de lembranças!

Postagens mais visitadas deste blog

À Belchior

Se as palavras cortam, poeta
Meus versos são um pouco mais
São caniversos suíços
Que trago ao alcance da mão
para qualquer ocasião

(A velha tentação de rimar
pode cegar as lâminas,
mas sigamos em frente)

Trago sempre comigo
Mas raramente lanço mão
Pois que sou aprendiz
E, no seu manejo,
Mais me golpeio e lacero
Do que poderia fazer a outrem

Das cicatrizes que aqui vês
Como esses talhos no peito
Muitas são marcas deixadas
Pelos meu embates,
Minhas tentativas frustradas
De golpear com meus caniversos

Por isso, poeta
Meu canto torto guardo calado
Que de tão torto, feito faca
É minha carne que corta

Nomes engraçados

Oi, gentes!! Olha eu na maior cara dura já furando no segundo dia de BEDA (risos). Tive um domingo massa, cheio de coisas desde o acordar até a hora do sono, então não deu mesmo pra vir. Vou tentar compensá-los de alguma forma até o fim do mês. Vamos ao texto de hoje.
Você já reparou em como os nomes e sobrenomes podem ser engraçados? Sim, sempre tem alguém fazendo piadas com sobrenomes, sobretudo em tempos de shows de comédia standup e piadinhas enviadas pelas redes sociais. Talvez até você mesmo já tenha feito piadas com os nomes de amigos ou colegas da escola e do trabalho. Mesmo assim vou me arriscar a fazer uma gracinha com o tema.
Alguns nomes já são a piada pronta. Pense nas pessoas com sobrenome Pinto, por exemplo. Você que tem o sobrenome Pinto, tem que ter muito cuidado na hora de escolher o sobrenome dos filhos, senão pode sair algo como João Pinto Brochado. Esse pode ficar traumatizado pra sempre com o nome e já ter dificuldades com ereção desde o dia no qual passar a entend…

Vidas possíveis

Novamente o velho dilema entre fazer o que quero e o que é preciso. Minha mente é naturalmente dispersa e meus interesses, ditados pela minha grande curiosidade a respeito de tudo, mudam com rapidez comparável a possibilidade de clicar em links sugeridos quando se navega pela internet. Mas não é só na internet que meus interesses me fazem ficar horas entre filmes, notícias, humor, esportes, etc. Sempre fui assim, mesmo antes de conhecer esse fabuloso labirinto virtual. Eu sempre fiquei dividido entre várias opções por achar que todas tinham um grau aceitável de validade, mas sem saber a qual dar prioridade.
Passando da pura divagação às experiências ou possibilidades reais, eu sempre me mantive meio que num limbo do qual minha vida poderia me levar para qualquer lugar. Eu sentia, por exemplo, que minha vida poderia ser ligada de alguma forma ao futebol, meu esporte preferido e minha paixão desde que me lembro. Pensava que se treinasse bastante, havia boas possibilidades de me tornar um…