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Sobre coisinhas estranhas da minha vida

A primeira coisinha estranha que anda mexendo com a minha curiosidade tem a ver com esse tão amado e ao mesmo tempo tão desprezado blog; ocorre que justamente agora que eu menos escrevo nele, houve um salto gigantesco no número de visitantes. Certamente leitores desavisados trazidos a ele pelo google - o porque é que ainda não consegui sequer supor. Tudo bem que alguns cheguem aqui querendo saber o que significa "drástica'', palavra que eu usei no título de um post anos atrás e que o google por algum mistério da informática coloca o link para ele como segunda opção (sim, eu fiz o teste!). Mas por que cargas d'água a maioria dos visitantes recentes desse blog vem dos Estados Unidos? É certo também que tempos atrás eu escrevi outro post com o título "Slow life", mas não imagino o povo americano tão interessado por este tema. Será que estou enganado? Se alguém tiver uma sugestão a respeito, diga-a por favor.

Bem, relatado o mistério referente às visitas a este humilde blog, até então nem-tão-popular-assim, passemos a outra área misteriosa da humanidade: o mundo dos sonhos. Esta noite eu tive um bem curioso; eu, que nunca fui acostumado a trabalhos pesados, sonhei que estava trabalhando de ajudante de pedreiro na construção de uma casa em um terreno irregular. Por um erro de cálculo, a parede de um lado foi erguida com uma inclinação que terminou por deixá-la instável e eu fui incumbido da tarefa de sustentá-la, evitando assim a sua queda. Em determinado momento, por distração ou por não suportar mais o peso, não lembro bem, a parede caiu sem se desfazer, e eu fiz várias tentativas de reerguê-la sem sucesso. Essa agonia continuou por algum tempo até que um especialista apareceu e apontou os erros e a forma de corrigi-los, e foi aí que a parede enfim foi erguida de forma correta. Fim da agonia e fim do sonho. Aos psicólogos de plantão eu pergunto o que Freud e companhia teriam a dizer sobre isso?

Como viram, nem era nada tão importante assim, embora sirva de motivo para voltar a escrever nesse espaço que me é tão caro. Vamos ver agora quantos visitantes e leitores vão aparecer aqui para conferir. Se as estatísticas não estiverem mentindo e o número de leitores realmente for maior, quem sabe eu não me anime a dedicar mais tempo novamente ao mundo das palavras. De qualquer forma, no próximo texto aviso como andam as estatísticas. Até lá, então!

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À Belchior

Se as palavras cortam, poeta
Meus versos são um pouco mais
São caniversos suíços
Que trago ao alcance da mão
para qualquer ocasião

(A velha tentação de rimar
pode cegar as lâminas,
mas sigamos em frente)

Trago sempre comigo
Mas raramente lanço mão
Pois que sou aprendiz
E, no seu manejo,
Mais me golpeio e lacero
Do que poderia fazer a outrem

Das cicatrizes que aqui vês
Como esses talhos no peito
Muitas são marcas deixadas
Pelos meu embates,
Minhas tentativas frustradas
De golpear com meus caniversos

Por isso, poeta
Meu canto torto guardo calado
Que de tão torto, feito faca
É minha carne que corta

Nomes engraçados

Oi, gentes!! Olha eu na maior cara dura já furando no segundo dia de BEDA (risos). Tive um domingo massa, cheio de coisas desde o acordar até a hora do sono, então não deu mesmo pra vir. Vou tentar compensá-los de alguma forma até o fim do mês. Vamos ao texto de hoje.
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Alguns nomes já são a piada pronta. Pense nas pessoas com sobrenome Pinto, por exemplo. Você que tem o sobrenome Pinto, tem que ter muito cuidado na hora de escolher o sobrenome dos filhos, senão pode sair algo como João Pinto Brochado. Esse pode ficar traumatizado pra sempre com o nome e já ter dificuldades com ereção desde o dia no qual passar a entend…

Vidas possíveis

Novamente o velho dilema entre fazer o que quero e o que é preciso. Minha mente é naturalmente dispersa e meus interesses, ditados pela minha grande curiosidade a respeito de tudo, mudam com rapidez comparável a possibilidade de clicar em links sugeridos quando se navega pela internet. Mas não é só na internet que meus interesses me fazem ficar horas entre filmes, notícias, humor, esportes, etc. Sempre fui assim, mesmo antes de conhecer esse fabuloso labirinto virtual. Eu sempre fiquei dividido entre várias opções por achar que todas tinham um grau aceitável de validade, mas sem saber a qual dar prioridade.
Passando da pura divagação às experiências ou possibilidades reais, eu sempre me mantive meio que num limbo do qual minha vida poderia me levar para qualquer lugar. Eu sentia, por exemplo, que minha vida poderia ser ligada de alguma forma ao futebol, meu esporte preferido e minha paixão desde que me lembro. Pensava que se treinasse bastante, havia boas possibilidades de me tornar um…