segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Sobre coisinhas estranhas da minha vida

A primeira coisinha estranha que anda mexendo com a minha curiosidade tem a ver com esse tão amado e ao mesmo tempo tão desprezado blog; ocorre que justamente agora que eu menos escrevo nele, houve um salto gigantesco no número de visitantes. Certamente leitores desavisados trazidos a ele pelo google - o porque é que ainda não consegui sequer supor. Tudo bem que alguns cheguem aqui querendo saber o que significa "drástica'', palavra que eu usei no título de um post anos atrás e que o google por algum mistério da informática coloca o link para ele como segunda opção (sim, eu fiz o teste!). Mas por que cargas d'água a maioria dos visitantes recentes desse blog vem dos Estados Unidos? É certo também que tempos atrás eu escrevi outro post com o título "Slow life", mas não imagino o povo americano tão interessado por este tema. Será que estou enganado? Se alguém tiver uma sugestão a respeito, diga-a por favor.

Bem, relatado o mistério referente às visitas a este humilde blog, até então nem-tão-popular-assim, passemos a outra área misteriosa da humanidade: o mundo dos sonhos. Esta noite eu tive um bem curioso; eu, que nunca fui acostumado a trabalhos pesados, sonhei que estava trabalhando de ajudante de pedreiro na construção de uma casa em um terreno irregular. Por um erro de cálculo, a parede de um lado foi erguida com uma inclinação que terminou por deixá-la instável e eu fui incumbido da tarefa de sustentá-la, evitando assim a sua queda. Em determinado momento, por distração ou por não suportar mais o peso, não lembro bem, a parede caiu sem se desfazer, e eu fiz várias tentativas de reerguê-la sem sucesso. Essa agonia continuou por algum tempo até que um especialista apareceu e apontou os erros e a forma de corrigi-los, e foi aí que a parede enfim foi erguida de forma correta. Fim da agonia e fim do sonho. Aos psicólogos de plantão eu pergunto o que Freud e companhia teriam a dizer sobre isso?

Como viram, nem era nada tão importante assim, embora sirva de motivo para voltar a escrever nesse espaço que me é tão caro. Vamos ver agora quantos visitantes e leitores vão aparecer aqui para conferir. Se as estatísticas não estiverem mentindo e o número de leitores realmente for maior, quem sabe eu não me anime a dedicar mais tempo novamente ao mundo das palavras. De qualquer forma, no próximo texto aviso como andam as estatísticas. Até lá, então!