terça-feira, 18 de agosto de 2009

News

1. Daqui a algumas horas, estarei me apresentando no Confrade Café & Bar, localizado no Parque dos Bilhares bem na entrada pela Djalma Batista. A apresentação de voz e violão, é minha primeira desde que decidi cantar profissionalmente no final do ano passado. Vinha adiando, adiando, e daí resolvi por um impulso começar o quanto antes, mesmo sem pasta de repertório, aparelhagem ou planejamentos de qualquer ordem. Que a força dos acasos me tragam boa sorte!

2. O fato de estar morando sozinho me deu uma tranquilidade e tempo que nunca tive para ler e escrever. O resultado é que as ideias pululam por todos os cantos da mente e qualquer pequeno acontecimento cotidiano já se torna ideia e embrião de um novo texto, seja conto, poema, crônica ou qualquer outro formato que eu venha a utilizar. No momento são dois os principais projetos literários: um conto sobre infidelidade e um romance sobre a amizade de um padre e um adolescente que aspira a vida religiosa. Mais detalhes nos próximos capítulos. Além disso, recebi o convite de um amigo poeta pra participar de uma zine, com o objetivo único de espalhar literatura pelas escolas da Zona Norte de Manaus e quem sabe contagiar os estudantes com essa pulga atrás da orelha que nos leva a escrever.

3. Amando ler, além do já citado livro do Milan Kundera, 125 Contos de Guy de Maupassant - cujo nome do autor está incluído no título - e Cidade Ilhada, do Milton Hatoum. Aliás, super recomendo os romances do Milton Hatoum - Relato de um certo oriente; Dois irmãos; e Cinzas do Norte - todos vencedores do Prêmio Jabuti na categoria melhor livro do ano. Além disso, iniciei a leitura agradabilíssima do livro Para ler como um escritor, de Francine Prose, pela indicação de um amigo da blogosfera, o Alex. A ideia principal do livro é a leitura atenta (close reading), método pelo qual se pretende ler nos textos a justa colocação das palavras como base principal para entender como o escritor criou os personagens, as falas, os capítulos, enfim, a história, sem recorrer a análises históricas ou sociológicas, mas prendendo-se apenas ao texto em si. Serve tanto a quem quer ser escritor, como a quem quer ser apenas um leitor atento.

Em breve um texto sobre o filme que assisti no domingo, Marido por acaso, uma comédia romântica - sim, eu adoro comédias românticas.

Boa semana a todos!